Sistema digital substitui boletos e idas ao banco, reduz custos públicos e agiliza a quitação de tributos como IPVA, ICMS e taxas de serviços.
Pagar taxas e impostos estaduais em Minas Gerais está cada vez mais rápido — e sem sair de casa. O Governo do Estado avança na modernização da arrecadação e consolida o Pix como principal meio de pagamento de débitos relacionados a tributos e serviços públicos, substituindo práticas tradicionais como impressão de boletos, filas em agências bancárias e pagamentos em dinheiro.
A iniciativa teve início com o IPVA e, de forma gradual, passou a abranger a maior parte das obrigações financeiras junto ao Estado. Hoje, já é possível quitar débitos como ICMS, ITCD, taxas de trânsito, documentos oficiais — incluindo a Carteira de Identidade — e até pendências identificadas durante blitze de fiscalização, com pagamento imediato via Pix.
De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), a ampliação do sistema traz benefícios diretos tanto para os contribuintes quanto para a administração pública. Para o cidadão e as empresas, o Pix garante mais agilidade, praticidade e segurança. Para o Estado, representa economia significativa com tarifas bancárias: o custo de compensação de um boleto pago na boca do caixa é cerca de 17 vezes maior do que uma operação realizada via Pix.
“Quanto mais as pessoas optam pelo Pix, maior é o ganho coletivo. O cidadão resolve sua pendência de forma rápida e o Estado reduz despesas operacionais, podendo direcionar mais recursos para áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura”, destaca o secretário de Estado de Fazenda, Luiz Claudio Gomes.
A modernização acompanha o comportamento dos brasileiros, que já adotaram o Pix como meio de pagamento cotidiano, e reforça a estratégia do Governo de Minas de digitalizar serviços, ampliar a eficiência da gestão pública e facilitar a vida do contribuinte.
Atenção aos golpes
Com a popularização do Pix, a Secretaria de Fazenda alerta para tentativas de fraude. Todo pagamento de tributos estaduais só pode ser feito por meio de QR Code gerado a partir do Documento de Arrecadação Estadual (DAE), disponível exclusivamente nos sites e plataformas oficiais do Governo de Minas.
A SEF reforça que não envia links, boletos ou chaves Pix por mensagens de celular, e-mail ou aplicativos de conversa. Transferências diretas, sem a emissão do QR Code oficial, não são reconhecidas pelo Estado.
Ao efetuar o pagamento, o contribuinte deve conferir se a instituição emissora é o Itaú Unibanco S.A ou o Santander (Brasil) S.A e se o favorecido consta como Estado de Minas Gerais, CNPJ 18.715.615/0001-60.
Com a ampliação do Pix, Minas Gerais consolida um modelo de arrecadação mais moderno, econômico e alinhado à realidade digital, deixando para trás burocracias que já não fazem mais sentido no dia a dia do cidadão.
Foto: Divulgação