Mariana deu mais um passo no fortalecimento das políticas de proteção às mulheres. Na última sexta-feira (4), o Centro de Convenções de Mariana foi palco do lançamento da campanha de divulgação do Programa Botão do Pânico, iniciativa que busca ampliar o acesso a uma ferramenta de socorro rápida, discreta e eficiente para mulheres em situação de vulnerabilidade ou sob ameaça.
A campanha é resultado de uma parceria entre o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, a Guarda Municipal de Mariana e a ACIAM Mulher e tem como principal objetivo ampliar o conhecimento da população sobre o programa, implementado no município para auxiliar na proteção de mulheres que se encontram em condições de risco de vida.
Durante o lançamento, a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e vice-presidente da ACIAM Mulher, Heliene Vieira, acolheu os participantes e destacou a importância do envolvimento da sociedade em iniciativas voltadas à construção de um ambiente mais seguro e igualitário.
A coordenadora do Programa Botão do Pânico, Luciana Pyra, conduziu uma apresentação sobre as diferentes formas de violência contra a mulher e explicou o funcionamento da ferramenta, esclarecendo dúvidas e orientando o público sobre os mecanismos disponíveis para a busca de proteção.
O encontro também possibilitou a apresentação de outras políticas públicas voltadas às mulheres já implantadas em Mariana, reforçando a importância da integração entre os diferentes serviços que compõem a rede de proteção.
Informação para ampliar a proteção
Como parte da estratégia de divulgação, foram distribuídos folders informativos que serão encaminhados a estabelecimentos comerciais e espaços públicos do município. A campanha também prevê a realização de rodas de conversa em bairros e distritos, aproximando o tema das comunidades e ampliando o acesso à informação.
A proposta é levar a discussão para diferentes espaços da sociedade e estimular empresas, instituições e comunidades a participarem da divulgação do programa.
A campanha reforça que a proteção às mulheres depende não apenas da existência de mecanismos de segurança, mas também de informação, prevenção, acolhimento e uma rede preparada para agir diante de situações de violência.
Tecnologia a serviço da vida, da proteção e da dignidade, para que nenhuma mulher precise enfrentar o medo sozinha.
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